segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Gabardo Transportes Adota Outsourcing Dígitro




A Transportadora Gabardo, especializada em logística e transporte de veículos para o Brasil e Mercosul decidiu partir para a gestão terceirizada de suas redes de comunicação e transferiu para a Dígitro Tecnologia todas as tarefas de monitoramento e suporte de sua estrutura de comunicação.

O objetivo da operação é conseguir a garantia de máxima disponibilidade e qualidade dos serviços de comunicação de voz e dados da Gabardo, de modo a suportar o crescimento da demanda de comunicação proporcionada por novos contratos de transporte.

Dona de uma das maiores frotas de caminhões cegonha do Brasil, a Gabardo tornou-se recentemente a trasportadora exclusiva para milhares de carros da marca Hyundai em território nacional. “Ao transferir os cuidados da nossa rede para a Dígitro, nosso pessoal pode se concentrar totalmente em assuntos mais diretamente relacionados aos negócios da Gabardo e ainda ganhamos a garantia de um monitoramento 24 horas por dia, nos sete dias da semana e com a solução de problemas em prazos muito mais ágeis do que poderíamos fazer por conta própria”, afirma Luís Stuelp, da área de TI da Transportadora.

Segundo ele, a decisão de contratar o segmento de outsourcing da Dígitro se deu de forma natural, já que desde 2001 a empresa vem utilizando as tecnologias de comunicação convergente da Dígitro para atender a todas as suas necessidades de negócio.

Com a primeira aquisição de soluções Dígitro, a transportadora pôde conferir em curto prazo uma significativa redução com os custos de telefonia das suas sete filiais espalhadas pelo país. Além da unificação do tráfego de informações, entre voz, dados, fax e internet, esta primeira instalação permitiu também maior produtividade nas comunicações e atendimento personalizado a todos os clientes.

Ainda segundo Luís Stuelp, antes mesmo de contratar o serviço, a Gabardo já contava com o apoio das equipes da Dígitro no suporte à estrutura de redes existente. ”Com a possibilidade de contratação dos serviços de monitoramento de TI da Dígitro há cerca de dois anos, passamos então a considerar um cenário de terceirização mais profundo, tal como o que estamos praticando agora”, completa o responsável.

“Proporcionar essa tranquilidade como a que a Gabardo tem hoje é um dos grandes objetivos do outsourcing da Dígitro. Além de monitorar a rede em tempo integral, fornecemos suporte imediato em caso de falha de algum equipamento, mesmo quando a resolução de problemas dependem de outros fornecedores”, comenta Marcos Pinho Horn, gerente de outsourcing da Dígitro.

Dígitro Desenvolve Biometria de Voz Para Aplicações de Inteligência e Negócios




A Dígitro Tecnologia, tradicional desenvolvedora brasileira de soluções de Inteligência, TI e Telecomunicações, desenvolveu um sofisticado sistema de biometria de voz, utilizado para a identificação precisa de indivíduos a partir de suas características vocais e hábitos de locução.

Empregado originalmente em plataformas de inteligência da Dígitro – entre elas a solução Guardião, que equipa sistemas de inteligência e investigação policial em todo o território Brasileiro – a biometria vocal poderá ser empregada também em aplicações de reconhecimento e controle de acesso a dados e serviços das soluções de redes e TI desenvolvidas pela empresa.

Para o desenvolvimento da tecnologia biométrica, a Dígitro teve como ponto de partida um longo histórico de pesquisas que a empresa vem empreendendo. Desde 1996, a empresa financia pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em sistemas de reconhecimento de fala que são aplicados para o acionamento de comandos a partir de ordens vocais.

“A inclusão do traço biométrico neste tipo de aplicação representa uma evolução que une a praticidade à alta segurança, o que habilita a homologação das nossas soluções de voz para a utilização em sistemas altamente críticos, como operações financeiras por voz ou o acesso a dados confidenciais nas empresas”, assinala Geraldo Faraco, Presidente da Dígitro.

Diferente de outros sistemas de prova biométrica, como a leitura de íris, da impressão digital ou do mapeamento das veias da mão, que vêm sendo largamente utilizados, a biometria de voz tem a vantagem de dispensar a presença física do indivíduo no local, podendo ser colhida à distância, através de ligação telefônica. Com isto, o método de identificação é ideal para aplicações em sistemas que utilizam o comando de operações via URA (unidades de resposta audível) ou em soluções de investigação, como é o caso dos sistemas que a Dígitro tradicionalmente fornece para os órgãos de segurança pública.

Só nos últimos três anos, a Dígitro investiu cerca de R$ 2,2 milhões em seus laboratórios de fonética aplicada e em tecnologias como conversão de texto em fala e vice-versa. A empresa é também uma das poucas do País a dominar tecnologias de análise com base em inteligência artificial para aplicações como CRM analítico, análise georreferenciada e algoritmos de correlação de informações de negócios.

Nike patenteia tênis que se amarram sozinhos

Não faz muito tempo que uma garota americana criou um sapato que se amarra sozinho, inspirada no filme De Volta Para o Futuro. Nele, o personagem Marty McFly usava tênis Nike com esse poder. E não é que a Nike patenteou algo muito parecido? É um sinal de que os sapatos podem deixar de ser uma invenção de garagem e um dia chegar às prateleiras, aprimorados.

A ideia já parecia boa, mas acabou de se tornar sensacional. Em vez de motores colocados fora do tênis, algo feito por hackers e outros inventores, a Nike, em sua patente, prevê um espaço na sola para armazenar motor e bateria.

O motor é capaz de puxar ou soltar fitas, que se prendem mais forte ao tornozelo, quando um sensor de peso, por exemplo, detecta o pé dentro do tênis. Já a bateria pode ser recarregada de várias formas. Uma listada pela Nike é por USB.

Não há muitas indicações se o design será azul-prateado, como no filme, ou parecido com isso de alguma forma. Há, no entanto, um espaço para o logo na parte de cima. O de Marty McFly é feito de LEDs. Será que o Nike também? Um toque futurístico não cairia nada mal.

Se virar realidade, com certeza o tênis nos deixará mais preguiçosos. Mas pelo menos vamos perder menos tempo amarrando tênis e sobrará mais uns minutinhos para vermos De Volta Para o Futuro.